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Manejo alimentar aumenta sua rentabilidade na carcinicultura

Você sabia que atualmente um dos grandes desafios de uma Fazenda de cultivo de camarão, é o alto custo na alimentação? Podendo representar mais do que 50% na participação dos gastos totais da propriedade. Por este motivo, é ideal que haja um bom planejamento de manejo alimentar, de acordo com as particularidades de sua produção. Assim, um bom manejo alimentar aumenta a sua rentabilidade na produção.

 

Pensando nisso, preparamos dicas que podem ser estratégicas no plano de alimentação de uma criação. Confira abaixo:
  • Avaliar índices zootécnicos: Crescimento total (peso final (g) – peso inicial (g)); Conversão alimentar (ração consumida / (peso final (g) – peso inicial (g)) e Sobrevivência (biomassa final de camarões coletados / (biomassa inicial de camarões estocados × 100)). Estes cálculos dão possibilidade ao produtor visualizar se a ração oferecida promove ou não melhora no desempenho dos camarões, podendo a partir disso realizar novas tomadas de decisões.
  • Ofertar ração balanceada e de qualidade para tamanho e fase de crescimento do camarão. Realizando biometrias semanais (operação importante também para acompanhar a sanidade do camarão).
  • Adotar programas de arraçoamento eficiente, a partir dos desafios ambientais da fazenda. Por exemplo: Salinidade da água (escolha por alimentos com diferentes compensações de minerais e extrato etéreo); Densidade do cultivo (determinador do nível protéico); Temperaturas amenas (utilização de bioestimuladores).
  • Adicionar aditivos nutricionais em momentos estratégicos (probióticos, biorremediadores, ácidos orgânicos, óleos essenciais, premix vitamínicos e minerais). A utilização destes pode substituir quimioterápicos (antibióticos), contribuindo com a qualidade da água durante o cultivo.

 

Outras opções são:
  • Observar os alimentadores (para acompanhamento de faltas/sobras). O fornecimento de ração abaixo da quantidade necessária é altamente prejudicial para o crescimento dos camarões. Assim como, o excesso pode resultar em acúmulo de matéria orgânica, ocasionando queda na qualidade da água, além de gerar impacto negativo no custo de produção. 
  • Atender a uma frequência alimentar de, pelo menos, quatro vezes ao dia, para reduzir as perdas de nutrientes e melhorar a qualidade do alimento disponível aos camarões. Uma vez que o potencial nutricional da ração quando em contato com a água pode ser perdido (3-7h). 
  • Armazenar corretamente as rações em locais secos e ventilados, para não haver perda de qualidade, evitando também o aparecimento de fungos e toxinas. Importante não deixar os sacos em contato com o piso e empilhá-los em no máximo cinco sacos por palete, de madeira ou plástico. 
  • Monitorar a qualidade da água (oxigênio dissolvido, pH, compostos nitrogenados, alcalinidade, transparência e temperatura). Todos estes devem ser observados em cada viveiro com constância e anotados, para controle de decisões de manejos futuros. Além de que – temperatura e nível de oxigênio fora do ideal podem influenciar no consumo da ração ofertada.
  • Oferecer cursos técnicos e conhecimento sobre o cultivo para os funcionários, de forma que visualizem a importância da nutrição correta, em horários e técnicas pré-estabelecidas.

 

Assim também:

Para que seu camarão expresse todo seu potencial genético, é fundamental que ocorra um planejamento nutricional – importante neste momento realizar sua estratégia de manejo alimentar com um profissional especializado na área de nutrição de camarões.  Assim, um bom manejo alimentar aumenta sua rentabilidade na produução!

Com o monitoramento dos indicadores, utilizando metodologias práticas aliado ao acompanhamento estratégico, o sucesso será inevitável.

Referência imagem: https://www.cpt.com.br/


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